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| Humberto Capai |
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A história de Vitória está intimamente ligada à colonização do Brasil. Em 1534, o rei de Portugal, Dom João III, dividiu as terras do Brasil em Capitanias Hereditárias, cabendo ao fidalgo Vasco Fernandes Coutinho a Capitania do Espírito Santo, assim batizada em homenagem à terceira pessoa da Santíssima Trindade.
Vitória, a bela capital do Espírito Santo, tem muito o que mostrar. É a terceira mais antiga do País, fundada em 08 de setembro de 1551, logo depois de Recife (1548) e Salvador (1549). Segundo o historiador José Teixeira de Oliveira, antes mesmo desta data já existia a Villa de Victória, uma povoação localizada na antiga Ilha de Santo Antônio, a qual se tornou, por um período, conhecida como Vila Nova, em oposição ao nome de Vila Velha, como era designada a sede anterior da Capitania do Espírito Santo.
Nesse mesmo ano, o padre jesuíta Afonso Brás, fundou o Colégio de São Tiago da Companhia de Jesus em Vitória, hoje o Palácio Anchieta, sede do Governo Estadual. O nome Anchieta foi dado em homenagem ao padre espanhol José de Anchieta, que em 1569 foi encarregado de visitar o Espírito Santo, percorrer as aldeias e estabelecer outras, destinadas à catequese dos índios goytacazes, tupiniquins, puris e aimorés.
| Elizabeth Nader |
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Até meados do século passado, os limites urbanos iam do morro onde se ergue o Hospital da Santa Casa de Misericórdia, na Vila Rubim, até o Forte São João, que mantinha a segurança na entrada da baía de Vitória. Em meio ao pequeno núcleo urbano de feições coloniais havia pequenas plantações ou roças, que na língua indígena eram chamadas "capi-xa-ba", expressão que acabou servindo para denominar os habitantes da ilha e, posteriormente, todos os espírito-santenses.
Os índios moradores da região chamavam Vitória de "lha de Guaananira", que significa "Ilha do Mel". Alguns dizem que é pela beleza da cidade, sua geografia e amenidade do clima, com baía de águas piscosas e manguezal repleto de moluscos, peixes, pássaros e muita vida. Estudiosos afirmam que o nome dado pelos indígenas se deve ao fato de uma planta peculiar de áreas de mangue possuir um aroma semelhante ao do mel. Dentre outros apelidos que são atribuídos a Vitória conhecemos Cidade Sol, Cidade Presépio e Delícia de Ilha.
Nos trezentos anos iniciais de sua história, Vitória foi uma vila-porto, enfrentando franceses, ingleses e holandeses atrás de pau-brasil e açúcar. Sua emancipação política se deu em 24 de fevereiro de 1823, quando um decreto de lei imperial concedeu fórum de cidade à Vitória.
Vitória completou 455 anos de história em 08 de setembro de 2006.
Curiosidades da Ilha
Uma cidade com mais de 450 anos, tem muitas histórias para contar...
Panelas de Barro
| Elizabeth Nader |
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A panela de barro é, sem dúvida, uma das maiores expressões da cultura popular do Espírito Santo. Desde a sua origem – nas tribos indígenas que habitaram o litoral do Estado – até os dias de hoje, a técnica de sua confecção e a estrutura social das artesãs pouco mudou. O trabalho artesanal das paneleiras sempre garantiu a sobrevivência econômica de seus familiares, como também de suas tradições. A região de Goiabeiras, ao norte da Ilha de Vitória, sempre foi o local tradicional da produção de panelas de barro. No início, o trabalho era de cunho familiar e as panelas eram feitas nos quintais das casas das paneleiras. Recentemente, com a criação da Associação das Paneleiras e ações da Prefeitura de Vitória e outras entidades, foi construído um galpão onde concentra-se toda a produção.
As panelas de barro constituem o principal elemento cultural na elaboração de pratos típicos da culinária capixaba. A moqueca capixaba, a moqueca de garoupa salgada com banana-da-terra e a torta capixaba têm de ser feitas em panela de barro, para serem autênticas. A produção é constante e todas as peças produzidas são vendidas aos turistas e à população da Grande Vitória. As vendas são feitas diretamente no galpão da Associação das Paneleiras e nas lojas de artesanato.
Moqueca Capixaba
| Humberto Capai |
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O peixe pode ser badejo, robalo, dentão, papa- terra, namorado ou xerne. Com um quilo e meio de peixe, mais três dentes de alho, quatro tomates, pimenta-malagueta, três limões, azeite de oliva, urucum, óleo de soja e sal fino a gosto, está garantida a moqueca que servirá ao apetite de seis pessoas. Lave as postas com limão, coloque para descansar em água de sal, prepare o tempero. Arrume as postas, não colocando uma sobre a outra. Adicione o tempero, deixe em fogo forte de 20 a 25 minutos. Não mexa nem ponha água, senão vira peixada. Moqueca é Capixaba!
Desfiaderas de Siri
O siri, crustáceo primo do caranguejo, é pescado com jereré ou puçá, ambos se parecem com rede de caçar borboletas, sendo o jereré ou puçá que leva a isca; a pesca sem isca é geralmente feita à noite, à luz de lampiões.
Os siris infestam as vazantes das marés. Depois de pescados são cozidos. Em seguida, a carne é desfiada manualmente, servindo para o preparo de frigideiras ou da tradicional casquinha de siri. As Desfiadeiras de Siri da Ilha das Caieiras, assim como as Paneleiras de Goiabeiras, ocupam atividade artesanal de destaque na composição da cultura popular de Vitória.
| Elizabeth Nader |
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Torta Capixaba
Tradicionalmente, a torta capixaba é servida na Semana Santa, período em que os católicos fazem abstinência de carne. A torta é preparada com ínumeros mariscos: siris, caranguejos, camarões, sururus, mexilhões e ostras. No tempero, o alho e a cebola, sendo bem- vindo o azeite doce. E não pode faltar palmito, que é a massa da torta, junto com um pouco de peixe salgado para dar liga (geralmente bacalhau). A torta é coberta com ovos, rodelas de cebola e azeitonas, saindo do forno coradinha. O mercado de palmito, na véspera da Sexta-Feira Santa, é um formigueiro provocado pela apetitosa fé dos capixabas. E Deus não perdoa católico que visitando o Espirito Santo, não prove do sagrado paladar da torta.
Caranguejada
Em Vitoria, dizem que "bravo é o caranguejo, que só entra na cidade amarrado", uma referencia á busca a fugitivos, índios e escravos e seus descendentes, que depois de muita pernada e muita luta, eram conduzidos amarrados às cadeias públicas. Amarrados em cordas, é assim que são postos à venda os caranguejos, depois de catados à mão nos mangues. A técnica de catar o crustáceo é a mesma que já utilizavam os indígenas, fartos comedores de caranguejo - vai-se com lama até os joelhos e recolhe–se os caranguejos no tato e no jeito, para que os dedos não sejam aferroados pelas puãs. Depois da chegada à cidade, a entrada na panela: desatados dos nós que prendem dúzia ou meia, ainda vivos são afogados em água fervendo. Tampa-se a panela com reforço de um peso, tempera–se com sal, e tome cozinhada. A caranguejada é prato muito apreciado pelos capixabas, para longas conversas sem fio nem fiança.
Congo
| A. C. Nascimento |
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Notícias a respeito das antigas bandas de congos, podem ser colhidas, desde o século XIX, nos livros e apontamentos de visitantes que passaram pelo Espírito Santo ou nos jornais que, à época, circulavam em Vitória.
A primeira referência impressa está no livro do Pe. Antunes Siqueira, Esboço Histórico dos Costumes do Povo Espírito-Santense, que faz menção a uma das primitivas bandas de congo, integrada por índios mutuns (do Rio Doce), que dançavam em círculo e usavam instrumental que, mutatis mutandis, ainda se usa nas atuais: “os cossacos - um bambu dentado, corrida a escala por um ponteiro da mesma espécie, e tambores feitos de um pau cavado, tendo em uma das extremidades um couro pregado” e prossegue: “ A eles juntam o som produzido por um cabaz, cheio de caroços ou sementes do mato”.
Francois Biard, um viajante francês, em 1858 descreve em seu livro, Deux Années au Brésil, um encontro com indígenas, por ocasião da festa de São Benedito: - “à frente o capitão, com bastão enfeitado; depois o portador da imagem do Santo; as velhas devotas que dançavam em torno da imagem e, por fim, os músicos e instrumentos: uns batendo tambor, pequeno tronco de árvore, oco, coberta uma das extremidades por um pedaço de pele de boi, e outros rascando, com um pequeno bastão, um instrumento feito dum pedaço de bambu denteado de alto a baixo”.
O próprio imperador D. Pedro II, quando em visita a Nova Almeida, em 1860, registrou dados sobre um conjunto musical e desenhou o nosso reco-reco de cabeça esculpida anotando-lhe o nome: “cassaca”.
Nos apontamentos de D. Pedro Maria de Lacerda, Bispo do Rio de Janeiro, há registros de que ele pôs-se em contato com um conjunto musical formado por indígenas. Destes se lê, com data de 18 de agosto de 1880, o trecho referente à Freguesia dos Santos Reis Magos da Vila Nova de Almeida: - “Os Índios, desde que cheguei à porta da Matriz, em número de seis, com seu capitão à frente, estavam à porta da Igreja a bater seus guararás (tambores), a esfregarem seus cassacos (paus dentados) e a agitar seu manacá (chocalho) e a soltar monótonas e lúgubres vozes sem modulação”. Depois descreve os figurantes do conjunto: “O capitão estava de calças brancas, sobrecasaca cor de rapé, velha, com dragonas de retrós amarelo, e chapéu mal ornado, tendo na mão sua varinha com fitas, e era ele que dançava compassadamente e com graça, a seu modo; os mais estavam vestidos com suas jaquetas e sem sapatos, e só tocavam seus instrumentos de sons surdos ”. O Bispo escreveu a respeito do Capitão, e explica: “Um Capitão dos Índios hoje é apenas um nome, como do Imperador do Divino e Rei de Congado. Para as danças, ele é o Presidente.”
O Bispo visitante fez algumas observações mais minuciosas: “Depois do jantar, o Capitão dos Índios veio à frente da casa, com alguns (...) índios, e também um negro velho, a tocarem seus instrumentos e a soltarem seu monótono e tristonho canto (...)". A seguir, observador, anota a maneira de conduzir e tocar os tambores: “É de saber que os tocadores de guarará (pequeno tambor cilíndrico), quando vêm, os trazem debaixo do braço, e quando param, montam-se sobre ele e com ambas as mãos batem no couro de uma das bocas”. E prossegue: “Os mais ficam em pé. Adiante do tambor é que se dança, uma dança que é simplíssima, mas tem sua graça, é muito modesta e decente, consiste em algumas piruetas, sem saltos, elevação do pé estendido, alguns cruzamentos de pernas e sapateados; o capitão, esse tem na mão a vara, que ele empunha com muito garbo, como um capitão a marchar com espada em punho.”
Registrou também o fenômeno da aculturação ou empréstimo, com a ingerência do negro na dança ameríndia: “Outros dançaram, mas a dança não foi puramente índica, mas já com mistura de dança de negros, com mais animação, alguns saltos, mais cruzamentos de pernas, que também às vezes separavam e logo uniam, e que outras vezes arqueavam. Essa intromissão do elemento negro no folguedo ameríndio é que deu agitação e vida ao conjunto musical". É interessante a observação de D. Pedro Maria de Lacerda fixando, em 1880, intercâmbio, empréstimo e aculturação entre os folclores negro e brasilíndio.
O sociólogo brasileiro Gilberto Freyre confronta as danças dos negros com as dos índios, salientando naqueles a espontaneidade de emoção exprimidas em contraste com o ritual compassado das cerimônias indígenas. Todos ou quase todos os documentos dirão da presença de índios e negros nas antigas bandas de congo, o mais típico e curioso conjunto musical do folclore capixaba.
Com o tempo, as bandas foram alterando seus aspectos indígenas, desaparecendo o nome guarará, substituído por congo ou tambor, passando, por isso, o conjunto a ser denominado banda de congo, expressão que lembra melhor a velha África. Desapareceu também o termo manacá ou massaraca (chocalho). Ajuntou-se ao instrumental a cuíca, de origem africana, manteve-se porém o cassaco ou cassaca, casaca, ou por contaminação, canzaco, evidente influência de canzá ou ganzá, termo quimbundo, segundo alguns entendidos em línguas africanas. Acrescentem-se a isso as peculiares danças dos negros e mais as toadas, onde se encaixam aqui e ali, termos e expressões africanas. As canções fazem referências à escravidão, entoadas dentro de ritmo negro, quente e sensual.
A casaca é o mais peculiar instrumento das bandas de congos e a designação que se dá ao músico que toca este instrumento é casaqueiro, casaquista, conguista, ou folgador, entre outras.
Em Vitória, o congo foi incorporado à vivência das colônias de pescadores e os principais instrumentos utilizados são: o tambor de congo, bumbo ou caixa, a casaca ou reco-reco, a cuíca, o chocalho, o triângulo e o apito, que o capitão, também conhecido por mestre, utiliza para iniciar ou terminar as cantigas e marcar o ritmo das toadas. As canções ou toadas contam a história do negro capixaba e homenageiam o santo padroeiro - São Benedito e também N. Sª da Penha. São também temas destas canções o mar, o amor e, às vezes, a morte.
O grupo é composto por homens e mulheres de todas as idades e uma senhora, usando uma faixa, representa a rainha do congo. A bandeira ou estandarte de São Benedito está sempre presente e é conduzida por um dos integrantes. Os grupos são formados em família, cujas tradições passam de pai para filho.
Casaca : É instrumento de distinta tradição no Congo, é o mais nobre dos reco–recos.
Tem origem indígena, mede de 50cm a 70cm, entre a cabeça e o corpo, quase sempre cilíndrico. A cabeça e de madeira, nela esculpindo–se um rosto, e se encaixa no corpo o bambu transversalmente talhado. O bambu veste o corpo de madeira, e é no pescoço que o instrumentista firma uma das mãos, enquanto a outra aciona a vareta, atritando-a nos talhos transversais. Há modelos de casaca em que na parte inferior há alargamento em leque da vestimenta. A cabeça é pintada, com especial atenção para os olhos, onde, por vezes, são incrustados tentos ou esferas de chumbo.
Vitória, Delícia de Ilha!
| Vitor Nogueira |
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A cidade oferece um passeio por quase 500 anos de história, Vitória, a bela capital do Espírito Santo, é uma metrópole ímpar!
Pelas ruas da cidade portuária, navega-se na secular história contada por igrejas, fortes, escadarias e construções ecléticas do início do século XVI, mas a terceira capital mais antiga do País harmoniza o passado com o futuro, compondo suas paisagens com arrojadas construções e prédios antiquíssimos.
Na baía da Ilha de Vitória está situado um dos mais importantes complexos portuários do País. Dos 11 portos do Espírito Santo, dois estão na Capital, inclusive o mais antigo deles, o Porto de Vitória, às margens da área central da cidade, em frente ao Palácio Anchieta, sede do Governo Estadual. Pela avenida Beira-Mar, que margeia o Centro da cidade e o mar da baía, é possível contemplar uma imagem espetacular: carros e navios lado a lado, como se estes dividissem uma mesma pista.
As pontes também são uma atração à parte na Ilha de Vitória. A cidade atravessa o mar rumo ao continente em seis pontes. A maior obra pública já realizada no Estado é a Ponte Darcy Castelo de Mendonça, ou Terceira Ponte. De seus 3,33km de extensão, tem-se uma belíssima visão da baía de Vitória, das praias, ilhas, portos e, também, do Convento da Penha, situado no município Vila Velha.
| Humberto Capai |
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A paisagem natural também surpreende pela variedade. Da luminosidade e do calor do mar ao aconchego verde das encostas percorre-se a distância com um olhar. Em aproximadamente 105km² de área, o município reúne ilhas, praias, reservas naturais da Mata Atlântica e um belíssimo manguezal. Os parques, as belas praias, os passeios de escuna, os esportes náuticos, a pesca oceânica e a excelente gastronomia são algumas das atrações que a cidade oferece aos moradores e visitantes.
Vitória é ainda a única cidade no mundo a deter, consecutivamente, dois recordes mundiais de pesca oceânica do marlim. Em Vitória, a corrente de águas quentes, habitat natural dessa espécie, passa muito mais próximo que em outros lugares, possibilitando maior concentração de peixes e a diminuição dos custos da prática do esporte.
Vitória é mar, lazer, porto, natureza, ilha. É o centro e o símbolo da história, cultura e economia do Estado do Espírito Santo.
Descubra os tesouros dessa ilha!
Geografia da Ilha
| Vitor Nogueira |
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Vitória é uma das três ilhas-capitais do Brasil (as outras são Florianópolis e São Luiz). Está localizada na região Sudeste, a mais desenvolvida do País. Sua localização é estratégica, próximo dos grandes centros urbanos e está, em média, a uma hora de vôo do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.
Localizada na latitude sul 20º 19' 09' e longitude oeste de Greenwich 40° 20' 50', Vitória limita-se a norte com o município da Serra, ao sul com Vila Velha, a leste com o Oceano Atlântico e a oeste com Cariacica.
Integra uma área geográfica de grande nível de urbanização denominada Região Metropolitana da Grande Vitória, compreendida pelos municípios de Vitória, Serra, Fundão, Vila Velha, Guarapari, Cariacica e Viana.
| Vitor Nogueira |
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Circundado pela baía de Vitória e pelo estuário formado pelos rios Santa Maria, Bubu, Marinho e Aribiri, o município apresenta ilhas, encostas, enseadas, pontas, mangues e praias, elementos de grande recurso paisagístico.
O município de Vitória é formado por um arquipélago composto por 34 ilhas e por uma porção continental. Sua área total é de 93,38 km², aí considerados a ilha maior (denominada Ilha de Vitória), o território continental, todas as ilhas costeiras, estuarinas e oceânicas de Trindade e Martin Vaz. Inicialmente, o município era constituído por mais de 50 ilhas, porém muitas delas já foram agregadas, por meio de aterro, à ilha maior.
O relevo das ilhas é um prolongamento do continental, de constituição granítica, circundado pelo mar e áreas de mangue e restinga. O maciço central da ilha de Vitória, Morro da Fonte Grande, possui altitude de 308,8m e os principais afloramentos graníticos são a Pedra dos (Dois) Olhos com 296m e o Morro de São Benedito com 194m de altitude.
O clima é tropical úmido, com temperatura média mensal máxima de 30,4ºC e mínima de 24ºC, com ocorrência de precipitações pluviométricas, principalmente nos meses de outubro a janeiro.
Ilhas do município de Vitória
• Ilha de Vitória • Ilha da Pólvora • Ilha do Cal • Pedra dos Ovos • Ilha das Pombas
• Ilha do Urubu • Ilha das Tendas • Ilha das Cobras • Ilha Maria Catoré
• Pedra da Baleia • Ilha dos Práticos • Ilha dos Itaitis • Ilha dos Igarapés
• Ilha Galheta de Dentro (ou Gaeta) • Ilha Galheta de Fora (ou Gaeta)
• Ilha das Andorinhas • Ilha Rasa • Ilha do Fato • Ilha dos Índios • Ilha do Socó
• Ilha do Frade • Ilha do Chrisógono (Santa Cruz) • Ilha do Paraíso
• Ilha da Baleia (Cavalo) • Ilha do Meio • Ilha do Campinho
• Ilha do Apicum (Lameirão) • Ilha Guruçá • Ilha Margarida • Ilha Solteira
• Ilha Grande (Delta do Rio Santa Maria) • Ilha de Trindade • Arquipélago Martin Vaz
• Ilha da Fumaça
Ilhas já integradas à ilha de Vitória
• Ilha de Santa Maria • Ilha de Monte Belo • Ilha do Boi • Ilha do Papagaio
• Ilha do Sururu • Ilha do Príncipe • Ilha do Bode • Ilha da Rainha
• Ilha da Palha (Madeira) • Ilha das Caieiras • Ilha do Caju • Ilha Wetzel
• Ilha Rabello • Ilha do Cercado • Ilha da Forca • Ilha Cinzenta
• Ilha Gonçalves Martins
Rua Aleixo Neto - Praia do Canto - Vitoria Espirito Santo Brasil
Karina Kfuri Leal Delray Beach Real Estate Broker fluent in Portuguese and English Your full time Realtor/Real Estate Broker in Brazil and in Florida USA Specialist in the Counties of Palm Beach and Broward including the cities of Delray Beach, Boca Raton, Boynton Beach, Highland Beach, Ocean Ridge, Hypoluxo, Lake Worth, Lantana, West Palm Beach, Palm Beach Island, Port Saint Lucie, Deerfield Beach, Fort Lauderdale, Pompano Beach, Parkland, Margate along others.